|
Nome do Projecto
|
Trafaria - Plano de Pormenor de S. João de Caparica (PP1)
|
|
Clientes
|
Urbanizadora da Praia do Sol, S.A.
|
|
Área de Intervenção
|
~ 125 ha
|
|
Data Inicial
|
2006
|
|
Data Final
|
2008
|
|
Tipo de projecto
|
Ambiente Desenvolvimento Urbano
|
|
Fase de projecto
|
Concepção e Planeamento
|
|
Localização
|
Trafaria, PORTUGAL
|
Tipo de Intervenção
A Parque Expo foi incumbida pela Câmara Municipal de Almada de elaborar o plano de pormenor.
objectivos
Definir uma visão integrada para as intervenções de recuperação urbana e ambiental desta área do Concelho de Almada, identificando intervenções prioritárias e necessidades de conciliação de interesses entre entidades públicas e privadas.
Pretende-se um modelo fortemente marcado por condicionantes ambientais, económicas e sociais.
- Promover a valorização das condições naturais, tendo em consideração a sua especificidade e o potencial de excelência no contexto metropolitano
- Resolver o ordenamento ao longo da plataforma litoral, articulando a expansão da Trafaria com a Costa de Caparica, proporcionando a fixação de actividades com valor acrescentado
- Enquadrar o ordenamento da plataforma da arriba, precavendo antecipadamente pressões decorrentes da eventual travessia Algés-Trafaria
- Promover as acessibilidades, com especial atenção para o incremento do transporte
Descrição
O território em que se insere a área de intervenção constitui uma situação singular no contexto da Área Metropolitana de Lisboa. Na confluência do estuário do rio Tejo com o oceano Atlântico, referenciado pelo Forte do Bugio, estabelece o remate norte da área urbana e da frente de praias da Costa de Caparica e a transição para a frente ribeirinha do Tejo, articulando-se para nascente com a área urbana da Trafaria.
Uma retrospectiva sobre a ocupação e organização da envolvente próxima denota a ocorrência de significativas transformações, que urge enquadrar através de um instrumento de gestão territorial eficaz.
Esta área foi sendo ocupada por construções de génese ilegal (para uso permanente ou sazonal) em algumas áreas, potenciado pela singularidade geográfica ou pelo afluxo/fixação de população imigrante em terrenos expectantes predominantemente privados, tirando proveito de uma situação de sobreposição de tutelas das entidades com jurisdição sobre o território – 2º Torrão – situação que urge clarificar e compatibilizar.
Essas manchas de construção estão implantadas em situação de conflito face às disposições dos instrumentos de ordenamento.
Este território confina a sul com a área de intervenção do Programa Polis Costa de Caparica, e o seu ordenamento de acordo com objectivos de qualificação urbana e ambiental será mais um importante contributo para a valorização da frente atlântica de Almada enquanto recurso ambiental e económico da região (turismo, recreio, lazer, desporto).
Paralelamente, o território compreende ainda uma faixa sob jurisdição da Administração do Porto de Lisboa, outra do INAG – Instituto da Água e integra instalações e servidões militares as quais importa enquadrar e avaliar da sua relevância.
|
|