Na sequência do sucesso da intervenção da Parque EXPO 98, S.A. na revitalização de 330 hectares na zona oriental de Lisboa, o Ministério do Ambiente atribuiu à Empresa, em 2000, a tarefa de dinamizar o Programa Polis, um programa pensado para criar no País um movimento de requalificação urbana e ambiental com características exemplares.
O principal objectivo do Programa, em curso, consiste em melhorar a qualidade de vida nas cidades, através de intervenções nas áreas urbanística e ambiental, melhorando a atractividade e competitividade de pólos urbanos que têm um papel relevante na estruturação do Sistema Urbano Nacional.
Tem como objectivos específicos o desenvolvimento de grandes operações integradas de requalificação urbana com uma forte componente de valorização ambiental, a implementação de acções que contribuam para a requalificação e revitalização das cidades e que promovam a sua multi-funcionalidade bem como apoiar outras acções de requalificação que permitam melhorar a qualidade do ambiente urbano e valorizar a presença de elementos ambientais estruturantes tais como frentes de rio ou de costa.
À Parque EXPO 98, S.A. foi cometida a responsabilidade da gestão do Programa em 10 cidades do País, a saber: Albufeira, Cacém, Castelo Branco, Coimbra, Costa da Caparica, Gaia, Leiria, Matosinhos, Viana do Castelo e Viseu.
De Norte a Sul do País, estabelecendo uma nova e mais moderna mancha no País, o Programa Polis desenvolve-se numa área somada de 1.700 hectares, criando e beneficiando 240 hectares de Parques e Áreas Verdes, requalificando 27 Km de frentes fluviais e 10 de frentes marítimas, abrindo 55 Km de ciclovias e 81 de percursos pedonais. Prevê igualmente 15 mil lugares de estacionamento automóvel dissuador.
Além da gestão directa, em parceria com as Autarquias Locais, nestas 10 cidades, a Parque EXPO 98, S.A. elaborou ainda 22 Planos Estratégicos do Programa Polis.
As intervenções da Parque EXPO 98, S.A. no Programa Polis, têm como principais objectivos criar Cidades mais atractivas aumentando as áreas verdes e também mais saudáveis e equilibradas onde valha a pena viver, transformar as frentes marítimas em pólos de desenvolvimento sustentado, com qualidade urbanística e respeito pelos valores ambientais, e as frentes ribeirinhas em espaços de lazer e recreio, criar novas centralidades e, com isso, devolver aos cidadãos a identidade histórica e social dos lugares onde decidiram viver.