O Parque das Nações, que ultrapassa o recinto onde se realizou a Exposição Mundial de Lisboa, de 22 de Maio a 30 de Setembro de 1998, reabriu no dia 16 de Outubro seguinte – apenas duas semanas depois - como espaço de fruição universal.
A Parque EXPO 98, SA concretizou assim aquele que é, provavelmente, o mais ambicioso projecto nacional de requalificação ambiental e desenvolvimento urbano do século.
A reconversão dos 330 hectares da Zona de Intervenção da EXPO 98, com 5 quilómetros de frente ribeirinha, foi concebida com base num projecto que privilegiou conceitos inovadores e de elevada qualidade.
Tinha sido criado um marco no desenvolvimento urbano e nos padrões de qualidade de vida. Com estas mudanças veio também a vontade de estender estes padrões de qualidade aos habitantes das cidades no futuro.
O seu conceito correspondeu à revalorização da relação da cidade com o rio, à recuperação do ambiente e da paisagem, à garantia da integração deste espaço no tecido urbano, de forma a constituir um novo centro na Área Metropolitana de Lisboa.
Ao libertar a área global do Parque das Nações de todas as actividades que ali existiam, foram recuperados 110 hectares de espaços verdes. Mais ainda, o seu planeamento urbano foi definido em função das necessidades da cidade ideal.
Estas foram identificadas através de extensos estudos de mercado, dirigidos a empresas e a futuros habitantes do Parque das Nações. A seguir, a Parque EXPO 98, SA delineou a melhor forma de satisfazer as necessidades identificadas.
A estratégia adoptada passou pela criação de um espaço urbano de elevada qualidade, integrando as mais diversas funções urbanas, para obter uma vivência equilibrada.
Quem resida no Parque das Nações dispõe dos mais diversos serviços de apoio: comércio e restauração, escolas, espaços de lazer ou infra-estruturas desportivas, hospital e outros serviços complementares.
Simultaneamente, o Parque das Nações tornou-se local de eleição para a instalação das mais prestigiadas empresas nacionais e multinacionais, bem como de instituições que se juntaram a equipamentos que são hoje emblemáticos de Lisboa e de Portugal:
Adidas Portugal
Adworks Publicidade, Design e Comunicação, Lda
Agência Europeia de Segurança Marítima
Amorim Imobiliária
Amorim Seguros (Unibroker)
Amorim Turismo
Anarquitectos, Lda
BAVIERA/BMW - Comércio de Automóveis S.A.
BBDO Portugal - Agência de Publicidade S.A. (arquitectura de Miguel Arruda)
Bouygues Imobiliária
Casino Lisboa (arquitectura de Fernando Jorge Correia)
Centro Vasco da Gama (Grupo SONAE) (arquitectura de José Quintela da Fonseca e Building Design Partnership)
Clínica Saúde Expo (Rua de Moscavide, 434.01-M)
Companhia Nacional de Bailado (Teatro Camões - arquitectura de Manuel Salgado)
Danone Portugal (Torre Fernão de Magalhães)
EMI Music Portugal (Edifício Lisboa - arquitectura de Manuel Salgado)
Escola Básica 1,2,3 e Jardim de Infância Vasco da Gama (arquitectura de Otília Santos e Pancada Correia)
Escola Superior de Enfermagem Artur Ravara (arquitectura de Teresa França)
Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (arquitectura de Teresa França)
Estação do Oriente (arquitectura de Santiago Calatrava)
EURO RSCG Publicidade Lda
FIL - Feira Internacional de Lisboa (arquitectura de António Barreiros Ferreira e Alberto França Dória)
FORD Lusitana S.A.
Fujitsu Siemens Computers
Grupo ACCOR
Hospital CUF Descobertas (Grupo José de Mello) (arquitectura de Rui Maia)
Hotel Olissippo Oriente
Hotel Tivoli Tejo (Grupo Espírito Santo) (arquitectura de Lima Soares e Teixeira Pinto)
Hotel Tryp Oriente (ex-Meliá Confort Oriente) (arquitectura de Manuel Magalhães)
Hotel VIP Executive Art's (arquitectura de Frederico Valsassina)
IBM Portuguesa, SA
Imocomsede - Gestão e Investimento Imobiliário, Lda
Instituto Português da Juventude
Lufthansa/Austrian Airlines
Marina do Parque das Nações
Oceanário de Lisboa (arquitectura de Peter Chermayeff)
Páginas Amarelas Portuguesa S.A.
Parque EXPO 98, S.A. (arquitectura de Architecturo, AEIE III, João de Almeida, Pedro Ferreira Pinto & Pedro Emauz Silva,
Lda., EPR Architects Lda., e R&A Mahieu Architects)
Pavilhão Atlântico (arquitectura de Regino Cruz e SOM-Skidmore, Owings & Merrill)
Pavilhão do Conhecimento-Ciência Viva (arquitectura de Carrilho da Graça) (Ministério da Ciência e do Ensino Superior)
Pousada da Juventude
Proximity Portugal (Edifício Lisboa)
RAVE, Rede Ferroviária de Alta Velocidade S.A.
Red Bull Portugal
REFER - Rede Ferroviária Nacional, EP
Residência de Estudantes Engº Duarte Pacheco (Instituto Superior Técnico)
Restart (Escola de Criatividade e Novas Tecnologias)
SAPEC Imobiliária S.A.
SEAT Portugal Lda
Schindler Ascensores e Escadas Rolantes S.A.
Sonaecom (em breve)
Sony Portugal Lda (arquitectura do Gabinete Broadway Malyan)
SportTV (arquitectura de Carlos Prata, José Carlos Portugal e Joana Rosas)
STRAT, Agência de Publicidade
TBZ, Marketing e Acção Promocional LDA (Torre Fernão Magalhães)
TNT - Express Worldwide Portugal
Torre GALP (intervenções dos arquitectos Manuel Graça Dias e Egas José Vieira)
Torre Vasco da Gama (arquitectura de Leonor Janeiro, Nick Jacobs e SOM) (encerrada desde 31OUT04)
VIAGENS-GRUPO ESPÍRITO SANTO (arquitectura de Mário Sua Kay, Noémia Palmer e Ângelo Dias)
VODAFONE (sede) (arquitectura de Alexandre Burmester
Entre 1992 e 1998, a Parque EXPO 98, SA consolidou a sua experiência como especialista na criação de vantagens competitivas ligadas a requalificação urbana e ambiental. Desta forma conseguiu-se assegurar com sucesso a transição da EXPO 98 para o Parque das Nações, orientando um novo centro e abrindo novos horizontes para a cidade de Lisboa.
A Parque EXPO 98, SA comercializou 95% de uma área bruta de construção próxima de 2.500.000,00 m2. Tornou-se assim no responsável pelo mais relevante caso de sucesso na história da política urbanística em Portugal. A partir daqui nascia um grupo empresarial ímpar, quer pelos seus serviços quer pelas suas ambições
Do total da área bruta de construção, 1.240.000 m2 corresponde a habitação, 610.000 m2 a escritórios, 170.000 m2 a comércio e 300.000 m2 a outros fins.
O horizonte de concretização do plano de urbanização do Parque das Nações apontava inicialmente para o biénio 2009-2010. Por essa data prevê-se o fim das vendas de terrenos e dos processos de licenciamento.
O êxito da transição da EXPO 98 para o Parque das Nações e o momento particularmente favorável do mercado imobiliário, levaram a que o ritmo de comercialização dos lotes excedesse todas as previsões.
A população residente prevista no termo do projecto, é da ordem das 21 mil pessoas, enquanto o número de trabalhadores rondará os 22.500.
O Parque das Nações é também uma zona verde por excelência: os 110 hectares são compostos por 20.000 árvores, 70.000 arbustos e 1.500.000 herbáceos. O maior parque é o do Tejo, com 92 hectares. O Parque do Cabeço das Rolas tem 7 hectares e os Jardins Garcia de Orta 1 hectare.
Os passeios a pé no Parque das Nações são um dos passatempos favoritos dos seus visitantes. Em nenhum outro recanto de Lisboa se consegue a simbiose perfeita entre a liberdade de circulação, do regalo para a vista e da sensação de um bem-estar invulgar, saudável.
Um milhão de forasteiros visita mensalmente os equipamentos e passeia pelos Jardins da Água, pelo Passeio das Tágides, pelo Jardim das Ondas, pelo Cais Português e por muitos outros locais de lazer.
A intervenção artística no recinto, paralelo ao rio Tejo, conduz o visitante por roteiros inimagináveis: dos exóticos Jardins Garcia Orta à gigantesca Calçada do Mar Português. O olhar do passeante perde-se pela arte urbana que delicadamente foi
plantada, da monumental estátua Homem-Sol, de Jorge Vieira, ao entretenimento que proporciona a instalação de Rui Chafes.
Esta herança da EXPO 98 tem tido continuidade na urbanização do Parque das Nações com o estímulo a intervenções artísticas nos próprios edifícios, passando pela instalação de um painel de azulejos de grandes dimensões do pintor islandês Erró no futuro Art’s-Business & Hotel Centre, de uma escultura de Charters de Almeida num edifício de habitação e de outra de José Aurélio no Edifício ZEN ou de uma intervenção do artista plástico Gilberto Reis na sede da VODAFONE